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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Mais um assassinato do Mossad em fronteiras estrangeiras. Direitos Humanos condena o ataque

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Mais um assassinato do Mossad em fronteiras estrangeiras. Direitos Humanos condena ataque

Read on leia em:

www.news.az news.sky.com www.lastampa.it www.irna.ir BBC

T30098583 737776 Mais um assassinato do Mossad em fronteiras estrangeiras. Direitos Humanos condena o ataque

Tehran-based human rights group decries terror attacks on academics
from:  Tehran, Nov 29 |  IRNA

Tehran-based Organization for Defending Victims of Violence on Monday strongly condemned the terror attacks against innocent citizens, the academics of the country, as blatant example of human rights violations.

The ODVV, campaigns against terrorism, violence and assassinations in society.

It said in a statement that terrorism and violence have jeopardized the fundamental rights which is the right to live in a world full of peace and justice.

‘While the international community and human rights organizations all over the world are propagating the international campaign against terrorism, the people of Iran in the aftermath of eight-year US-backed war on Iran in 1980-1988 and in the three decades since victory of the the Islamic Revolution have fallen victim to blind terrorism by hidden powers.

‘Their aim in conducting these brutal acts is to disrupt the scientific and technological advancements of our country. Several times the university and scientific community has been targeted by acts of terror.

‘As an active civil institution in Iran, with slogan of peace and human rights, the ODVV while condemning these despicable and horrific acts, expresses its deepest condolences to the families of the university lecturers and victims of these terror acts, and calls upon the international community and responsible authorities to punish the perpetrators of these crimes,’ the statement said.

Islamic Republic News Agency/IRNA NewsCode: 30098583

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Sobre

Blog @ nazen.tk

“Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima.” (*)

Este blog existe para a discussão aberta, buscando reunir pontos de vista diferentes e não

O comunicador e ativista político, Nazen Carneiro, formado em Relações Públicas pela Universidade Federal do Paraná, foi correspondente internacional temporário de “Gazeta do Povo” em Teerã, no Irã. Já fez reportagens do Irã, Romênia, Turquia e Grécia, escrevendo sobre a relação do Oriente Médio com o mundo.

Tendo passado pelo Rádio, atua também como ativista cultural e produtor independente do evento mundial pela paz, Earthdance.

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About

Blog @ nazen.tk

Anti-Semitic, Islamophobic or anti-Arab comments or placing a people or religion as superior not be published. Nor attacks between readers or against the blogger. People who insist on personal attacks will no longer have your comments published. You may not post video. All posts must be related to some of the above topics. This blog exists for open discussions with educated manners, trying to gather different points of view, not to have final answers.


The communicator and political activist, Nazen Carneiro, graduated in Public Relations in the Federal University of Paraná,
temporary international correspondent to the newspaper  ”Gazeta do Povo” in Tehran, Iran in 2009. Reported from Iran, Romania, Turkey and Greece, writing about relations with the Middle Eastern world.

Previously worked on Radio, event producer and cultural activist. Executive producer for the  global event for peace, Earthdance, in Curitiba.

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Três questões sobre o Holocausto

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Três perguntas sobre o Holocausto

e o que os Palestinos tem a ver com iso

netanyahu faggot 230x296 Três questões sobre o Holocausto

O desrespeito e a violência étnica do holocausto palestino

1.
- Onde aconteceu?
- Na Europa, certo?

2.
- No que os palestinos são responsáveis pelo Holocausto?
- Em Nada, afinal os responsáveis são os nazistas,certo?

Para finalizar:

3.
- Por que foram os palestinos que tiveram que dividir suas terras e então ter seus direitos civis retirados, seu estado ‘negado’, sua capital Jerusalém dividida e suas crianças assassinadas sem direito de defesa
?
- A resposta? Não sabemos, ou sabemos, enfim o que importa é trazer aqui uma série de artigos para compreender melhor o fato pontual:

Os palestinos estão tendo seus direitos internacionais totalmente desrespeitados e as autoridades internacionais estão a fazer vista grossa.

Pundits and politicians are telling falsehoods.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Faixa de Gaza. Auschwitz as avessas??

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Mesmo com o protesto de inúmeras organizações mundo afora, inclusive de dentro de Israel, o governo do país mantém atitude hostil perante as investigações da ONU sobre sua ação “desastrosa” em águas internacionais contra um barco de ajuda humanitária repleto de jornalistas, com destino a Gaza, na Palestina.

Abaixo uma pequena mostra de como pensa o núcleo do poder do Estado de Israel que mantém a Faixa de Gaza como uma prisão a ‘céu aberto’, isolando suas fronteiras da entrada até mesmo de medicamentos.

Seria a Faixa de Gaza, o Auschwitz as avessas?

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General diz que Israel deveria ter usado mais força em ataque a frota

11/08/2010 - 18h46 da BBC Brasil

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel, general Gabi Ashkenazi, afirmou nesta quarta-feira que os militares israelenses deveriam ter usado mais força durante o ataque a uma embarcação que tentava levar ajuda humanitária à faixa de Gaza, no último dia 31 de maio.

O ataque israelense ao navio Mavi Marmara matou nove ativistas turcos e gerou protestos da comunidade internacional, fazendo com que a ONU (Organização das Nações Unidas) criasse uma comissão para investigar o incidente.

Durante um depoimento a uma comissão israelense que também investiga a operação, Ashkenazi afirmou que os militares do país erraram ao utilizar no ataque bombas de efeito moral, em vez de armas “mais precisas”, que seriam capazes de conter a reação dos ativistas.

gaza Faixa de Gaza. Auschwitz as avessas??

Cartaz Pro-Gaza espalhado nas ruas do Irã

Segundo Paul Wood, correspondente da BBC em Jerusalém, com a declaração, Ashkenazi parece sugerir que os soldados israelenses deveriam ter aberto fogo logo no início da operação.

De acordo com o jornal americano “The New York Times”, Ashkenazi também afirmou que as bombas de efeito moral lançadas de helicópteros não foram suficientes para dispersar os ativistas, que, segundo ele, atacaram os militares com tiros, machados, facas, barras de ferro e cassetetes.

No entender do general, os militares erraram por não terem recorrido ao “fogo preciso” para “neutralizar aqueles que impediam os soldados de invadir o navio”, relata o jornal. Tal medida, afirmou o general, teria reduzido os riscos enfrentados pelos soldados israelenses.

PRIMEIROS TIROS

No depoimento, Ashkenazi também reiterou que ficou “claro e demonstrado” que os primeiros tiros partiram dos ativistas.

Ele disse que o segundo soldado a invadir o navio levou um tiro no abdome e atirou de volta. O militar também afirmou que os soldados atiraram apenas “contra quem era necessário”.

Segundo o correspondente Paul Wood, as declarações do general fazem parte da disputa entre militares e políticos de Israel na busca de culpados pelo ocorrido.

Na terça-feira, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, sugeriu que a responsabilidade pelas mortes durante a operação é do Exército.

A Turquia, por sua vez, continua insistindo que Israel assuma formalmente a responsabilidade pelas mortes durante a invasão e se desculpe pelo ocorrido.

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“Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes” (*)

O comunicador e ativista político, Nazen Carneiro, formado em Relações Públicas pela Universidade Federal do Paraná, foi correspondente internacional temporário de “Gazeta do Povo” em Teerã, no Irã. Já fez reportagens do Irã, Romênia, Turquia e Grécia, escrevendo sobre a relação do Oriente Médio com o mundo.

Tendo passado pelo Rádio, atua também como ativista cultural e produtor independente do evento mundial pela paz, Earthdance.

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domingo, 23 de maio de 2010

Israel possui armas nucleares e tentou vende-las, diz jornal inglês

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. De Nazen Carneiro para blog www.nazen.tk

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Antes pergunto se alguém viu isso na Globo.

Á notícia é sobre Israel, porém trata-se – além do contexto da redução do arsenal nuclear no mundo – de toda a questão geopolítica do Oriente Médio.

Possuir a bomba atômica representa poder político, aumento do poder de barganha no cenário internacional e uma certa ‘segurança’ quanto a ameça de ataque por outros estados. Após a segunda guerra mundial os países que possuem arsenal nuclear resolveram manter o direito a este tipo de armamento em seu seleto grupo.

Nao se sabe se Israel usaria seu arsenal nuclear de fato. Mas vale destacar que Israel já iniciou conflitos militares contra o Egito, Palestina, Jordânia e muitos outros (leia mais em Israel Armed Conflicts) e em 2009 atacou com bombas de fósforo branco a população da Faixa de Gaza – proibida durante as Convenções de Genebra e especialmente pela Convenção sobre Armas Químicas,[2] [3] reafirmando os termos do Protocolo de Genebra de 1925, que proíbe o uso de armas químicas e biológicas.

As armas de Fósforo Branco matam de forma cruel populações civis, com lesões dolorosas por queimadura química e falência múltipla dos órgãos em questão de minutos.

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Seria o Irã, o real problema? Que atitude  pode-se esperar de Israel que “tentou” vender armas nucleares  ao regime Apartheid da África do Sul?

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. texto abaixo retirado da Folha de São Paulo

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Documentos comprovam que Israel possui armas nucleares, diz jornal inglês

DE FOLHA DE SÃO PAULO - 23/05/2010 – 22h01

Documentos secretos da África do Sul revelam que Israel tentou vender armas nucleares para o país africano na época do apartheid, configurando-se como o primeiro documento oficial que evidencia que os israelenses possuem arsenal nuclear, informou o jornal britânico “The Guardian”.

Os documentos em questão, diz o jornal, são minutas de reuniões entre membros dos governos dos dois países realizadas em 1975.

Na ata, ministro da Defesa sul-africano na época, PW Botha, perguntou sobre as ogivas e o então ministro da Defesa de Israel, Shimon Peres, ofereceu as armas “em três tamanhos” –se referindo a armas convencionais, químicas e nucleares. Shimon Peres é o atual presidente israelense.

Markus Schreiber/AP

O presidente de Israel, Shimon Peres: segundo os documentos, ele tentou vender armas nucleares para a África do Sul

israel pode Israel possui armas nucleares e tentou vende las, diz jornal inglês

Os dois ministros ainda assinaram um acordo de cooperação militar entre os dois países, sendo que o próprio acordo continha uma cláusula que determinava o mesmo deveria se manter secreto.

Segundo o jornal britânico, os documentos foram descobertos pelo pesquisador americano Sasha Polakow-Suransky, que estuda a relação entre Israel e África do Sul e escreveu um livro sobre o tema.

O documento é a primeira evidência real de que Israel possui armas nucleares, a despeito de sua política de nem negar nem confirmar que possui este tipo de armamento.

Além disso, a revelação deixa um duplo embaraço diplomático para Israel. O primeiro é que nesta semana haverá discussões na ONU sobre sanções contra o Irã –país adversário de Israel– devido ao programa nuclear do país persa. Os israelenses estão entre os países que mais pressionam pelas sanções. O segundo é que cairia por terra um possívelargumento israelense de que, mesmo que tivesse armas nucleares, seria um país “responsável” o suficiente para mantê-las, uma vez que tentou vender o arsenal para outro país.

As atas das reuniões mostram ainda que os militares sul-africanos desejavam obter armas nucleares para ter um elemento de dissuasão ou até para potenciais conflitos contra países vizinhos.

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** Geopolítica é um campo de conhecimento multidisciplinar, que não se identifica com uma única disciplina, mas se utiliza principalmente da Teoria Política e da Geografia[1] ligado às Ciências HumanasCiências Sociais aplicadas e Geociências.A geopolítica considera a relação entre os processos políticos e as características geográficas — como localização, território, posse de recursos naturais, contingente populacional -, nas relações de poder internacionais entre os Estados e entre Estado e Sociedade.

O termo “Geopolítica” foi criado pelo cientista político sueco Rudolf Kjellén, no início do século XX, inspirado pela obra de Friedrich RatzelPolitische Geographie (Geografia Política), de 1897.

As teorias geopolíticas costumam considerar o Estado enquanto organismo geográfico, ou seja, partindo do estudo da relação intrínseca entre a geografia e o poder. Método de análise que utiliza os conhecimentos da Geografia Física e da Geografia Humana para orientar a ação política do Estado.

Para José W. Vesentini:

20px Cquote1 Israel possui armas nucleares e tentou vende las, diz jornal inglês  A palavra geopolítica não é uma simples contração de geografia política, como pensam alguns, mas sim algo que diz respeito às disputas de poder no espaço mundial e que, como a noção de PODER já o diz (poder implica em dominação, via Estado ou não, em relações de assimetria enfim, que podem ser culturais, sexuais, econômicas, repressivas e/ou militares, etc.), não é exclusivo da geografia.[2] 20px Cquote2 Israel possui armas nucleares e tentou vende las, diz jornal inglês

Para Bertha Becker:

20px Cquote1 Israel possui armas nucleares e tentou vende las, diz jornal inglês  A geopolítica sempre se caracterizou pela presença de pressões de todo tipo, intervenções no cenário internacional desde as mais brandas até guerras e conquistas de territórios. Inicialmente, essas ações tinham como sujeito fundamental o Estado, pois ele era entendido como a única fonte de poder, a única representação da política, e as disputas eram analisadas apenas entre os Estados. Hoje, esta geopolítica atua, sobretudo, por meio do poder de influir na tomada de decisão dos Estados sobre o uso do território, uma vez que a conquista de territórios e as colônias tornaram-se muito caras. [3] 20px Cquote2 Israel possui armas nucleares e tentou vende las, diz jornal inglês

De acordo com Demétrio Magnoli (1969), é a “ciência que concebe o Estado como um organismo geográfico ou como um fenômeno no espaço”.

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sábado, 10 de abril de 2010

Israel é a maior ameaça para paz no Oriente Médio, diz premiê da Turquia

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Israel é a maior ameaça para paz no Oriente Médio, diz premiê da Turquia

Em encontro com Sarkozy, premiê também discute adesão à União Européia e possíveis sanções ao Irã

www.nazen.tk |  07 de abril de 2010 | 11h 13
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PARIS – Israel representa atualmente a “principal ameaça para a paz” no Oriente Médio, disse nesta quarta-feira, 7, o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, durante uma visita a Paris, em um momento de forte tensão nas relações turco-israelenses.

Israel é a principal ameaça para a paz regional“, disse Erdogan a jornalistas antes de participar de um almoço de trabalho com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, segundo a agência de notícias AFP.

Se um país recorre à força de maneira desproporcional, na Palestina, em Gaza, (e) usa bombas de fósforo, não vamos dizer ‘parabéns’. Vamos lhe perguntar por que age dessa maneira“, disse o chefe do governo turco.

Houve um ataque que deixou 1.500 mortos (a ofensiva israelense contra Gaza no final de 2008 e início de 2009) e os motivos apresentados são falsos“, completou.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu condenou de imediato os “ataques” ditos pela Turquia, durante uma conferência de imprensa em Jerusalém.

“Nos interessa manter boas relações com a Turquia lamentamos que Erdogan decidiu atacar Israel o tempo todo”, declarou.

A Turquia tem sido tradicionalmente o principal aliado de Israel no mundo muçulmano, mas as relações entre os países se deterioraram desde a guerra em Gaza. Entretanto, apesar das tensões, os dois países têm mantido uma estreita relação em temas como cooperação militar.

O primeiro-ministro turco, chefe do partido islâmico-conservador AKP, se encontra em Paris para conseguir apoio para a adesão de seu país na União Europeia, uma ideia da qual o presidente francês Nicolas Sarkozy tem se mostrado oposto.

“Não vamos perder a esperança”, indicou Erdogan antes do encontro entre os dois chefes de estado. “Creio que Sarkozy poderia revisar sua postura.”

O chefe do governo turco enumerou os argumentos a favor da adesão, incluindo o papel que pode desempenhar como ponte entre Ocidente e o mundo muçulmano, e insistiu no nível de avanço das reformas alcançadas em seu país.

“A Turquia cumpre muitos dos critérios (de adesão) melhor que alguns dos 27 estados membros (da UE), desde os critérios políticos (chamados de Copenhague) até os critérios econômicos de Maastricht”, assinalou.

Apesar de buscar o ingresso do país há anos, a Turquia não pode começar as negociações de adesão até 2005. O processo tem tropeçado com frequência na hostilidade de certos países, e em obstáculos concretos, como a questão envolvendo o Chipre.

França e Alemanha propuseram à Turquia ser sócia privilegiada em lugar de membro.

Os dois dirigentes deviam abordar na reunião de hoje outro tema em desacordo: as sanções contra o Irã, suspeito de desenvolver um programa nuclear para fins militares.

Turquia – atualmente membro do Conselho de Segurança da ONU – se opõe a essas sanções, enquanto que a França e as outras potências ocidentais buscam impor uma terceira rodada de sanções contra Teerã.

“Até o momento, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) tem falado de probabilidades e não de certezas” sobre os objetivos militares do programa iraniano, indicou Erdogan. “Não é possível acusar um país baseando-se em probabilidades”, acrescentou.

netanyahu faggot Israel é a maior ameaça para paz no Oriente Médio, diz premiê da Turquia

Netanyahu lamenta críticas feitas pela Turquia

Primeiro-ministro turco disse que Israel é a maior ameaça à paz no Oriente Médio

www.nazen.tk  |  do portal R7  |  link

logo afp Israel é a maior ameaça para paz no Oriente Médio, diz premiê da Turquia
Netanyahu fala à imprensa israelense nesta quarta-feira (7); primeiro-ministro lamentou críticas da Turquia, que disse que Israel é ameaça à paz na região


O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, lamentou nesta quarta-feira (7) as críticas feitas pelo primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, que afirmou que Israel representa a principal ameaça para a paz no Oriente Médio

Durante entrevista coletiva, Netanyahu afirmou:

- A nós interessa ter boas relações com a Turquia e lamentamos que Erdogan tenha decidido atacar Israel o tempo todo.

As críticas contundentes de Erdogan foram dirigidas especialmente às ações militares israelenses nos territórios palestinos ocupados:

- Se um país recorre à força de maneira desproporcional, na Palestina, em Gaza, se usa bombas de fósforo, não vamos dizer “bravo”. Vamos perguntar por que atua desta maneira.

Para o primeiro-ministro da Turquia, a incursão israelense em Gaza do fim de 2008 e início de 2009 não teve justificativa:

- Houve um ataque que deixou 1.500 mortos (a ofensiva israelense ) e os motivos invocados são falsos.

Erdogan também fez referência ao relatório do juiz sul-africano Richard Goldstone, elaborado a pedido da ONU, que acusa Israel e os grupos palestinos de terem cometido crimes de guerra durante a operação em Gaza:

- Goldstone é judeu e seu relatório é claro.

Tradicionalmente, a Turquia sempre foi o principal aliado de Israel no mundo muçulmano, mas as relações entre os dois países se deterioraram desde a guerra em Gaza no final de 2008 e começo de 2009.

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