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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Três questões sobre o Holocausto

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www.nazen.tk

Três perguntas sobre o Holocausto

e o que os Palestinos tem a ver com iso

netanyahu faggot 230x296 Três questões sobre o Holocausto

O desrespeito e a violência étnica do holocausto palestino

1.
- Onde aconteceu?
- Na Europa, certo?

2.
- No que os palestinos são responsáveis pelo Holocausto?
- Em Nada, afinal os responsáveis são os nazistas,certo?

Para finalizar:

3.
- Por que foram os palestinos que tiveram que dividir suas terras e então ter seus direitos civis retirados, seu estado ‘negado’, sua capital Jerusalém dividida e suas crianças assassinadas sem direito de defesa
?
- A resposta? Não sabemos, ou sabemos, enfim o que importa é trazer aqui uma série de artigos para compreender melhor o fato pontual:

Os palestinos estão tendo seus direitos internacionais totalmente desrespeitados e as autoridades internacionais estão a fazer vista grossa.

Pundits and politicians are telling falsehoods.

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Sobre

Blog @ nazen.tk

“Comentários islamofóbicos, anti-semitas e anti-árabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima.” (*)

Este blog existe para a discussão aberta, buscando reunir pontos de vista diferentes e não

O comunicador e ativista político, Nazen Carneiro, formado em Relações Públicas pela Universidade Federal do Paraná, foi correspondente internacional temporário de “Gazeta do Povo” em Teerã, no Irã. Já fez reportagens do Irã, Romênia, Turquia e Grécia, escrevendo sobre a relação do Oriente Médio com o mundo.

Tendo passado pelo Rádio, atua também como ativista cultural e produtor independente do evento mundial pela paz, Earthdance.

Leia os blogs recomendados ao lado.

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About

Blog @ nazen.tk

Anti-Semitic, Islamophobic or anti-Arab comments or placing a people or religion as superior not be published. Nor attacks between readers or against the blogger. People who insist on personal attacks will no longer have your comments published. You may not post video. All posts must be related to some of the above topics. This blog exists for open discussions with educated manners, trying to gather different points of view, not to have final answers.


The communicator and political activist, Nazen Carneiro, graduated in Public Relations in the Federal University of Paraná,
temporary international correspondent to the newspaper  ”Gazeta do Povo” in Tehran, Iran in 2009. Reported from Iran, Romania, Turkey and Greece, writing about relations with the Middle Eastern world.

Previously worked on Radio, event producer and cultural activist. Executive producer for the  global event for peace, Earthdance, in Curitiba.

Thanks for reading =D
Read the blogs recommended to the side.

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Quais as análises possíveis para a votação record do palhaço Tiririca em São Paulo

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Quais as análises possíveis para a votação record do palhaço Tiririca em São Paulo

Nazen Carneiro para nazen.tk | Curitiba, 05 de Outubro de 2010


tiririca youtube wwwnazentk Quais as análises possíveis para a votação record do palhaço Tiririca em São Paulo

Quais as análises possíveis para a votação record do palhaço Tiririca em São Paulo?
Mais do que um fenômeno da democracia brasileira, a votação record do Palhaço Tiririca, ‘cantor’ de ‘Florentina’ e humorista da TV Record (no momento) marca uma época da política brasileira e representa um recorte da imagem e doprestígio das instituições democráticas junto a população. Afinal, 1.3 milhões de pessoas colocaram um palhaço na Tribuna do Estado de maior economia do Brasil.

Penso em três perguntas na verdade, pelos artigos que tenho lido:

1 -Seria o fracasso do voto obrigatório? Afinal, quem levantaria a bunda de casa para ir votar no palhaço tiririca se não fosse obrigado?

2- Seria uma expressão coletiva de protesto contra a Câmara a política em geral em São Paulo? Pode-se ler como desaprovação expressiva de 1.3 milhao em relação as instituições(de SP)?

3-  OU Seria porque uma (grande) parcela dos paulistas ‘não tá nem aí’ mesmo, a apatia política é a nova moda, sensação do momento e votar no tiririca é tirar uma onda?
( se sim, quem se beneficia desta situação? )

Quem se arrisca?

O video é um marco no marketing político brasileiro (rs)

Com vocês, o abestado!
http://www.youtube.com/watch?v=BomKjEVHrzI

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Problema: As laranjas ou os Laranjas?

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www.nazen.tk  |  27 de Outubro de 2009

Problema: As laranjas ou os Laranjas?

Leia abaixo respota de Gilmar Mauro, da Direção Estadual do MST em São Paulo, à crítica contundente expressada pela imprensa nacional ao episódio da ‘derrubada dos pés de Laranja’ em Fazenda paulista. O grande ‘detalhe’  não mencionado na imprensa é que tal fazenda é grilagem de terras públicas.

*Na região de Capivari, interior de São Paulo, quando alguém exagera, tem uma expressão que diz: “Pare de Show“!* É patético ver Senadores(as), Deputados(as) e outros tantos “ilustres” se revezarem nos microfones em defesa das laranjas da Cutrale. Muitos destes, possivelmente, já foram beneficiados com os “sucos” da empresa para suas campanhas, ou estão de olho para obter as “vitaminas” no próximo pleito. Mas nenhum deles levantou uma folha para denunciar o grande grilo do complexo Mansões.


mst trator laranja Problema: As laranjas ou os Laranjas?
Pés de laranja são derrubados em fazenda ‘grilada’ no interior de São Paulo


AS LARANJAS, E NÃO PODERIA TER PLANTA MELHOR, SÃ O A TENTATIVA DE

JUSTIFICAR A GRILAGEM DA ‘CUTRALE’ E OUTRAS EMPRESAS NA REGIÃO.

PASSAR POR CIMA DAS LARANJAS, É PASSAR POR CIMA DO GRILO E DA

CORRUPÇÃO QUE MANTÉM ESTA SITUAÇÃO A TANTO TEMPO.

Não é a primeira vez que ocupamos este latifúndio. Eu mesmo ajudei a fazer a primeira ocupação na região em 1995 para denunciar o grilo e pedir ao Estado providências na arrecadação das terras para a Reforma Agrária. Passados quase 10 anos, algumas áreas foram arrecadadas e hoje são assentamentos, mas a maioria das terras continua sob o domínio de grandes grupos econômicos. E mais. a Cutrale instalou-se lá a 4 ou 5 anos, sabendo que as terras eram griladas e, portanto, com claro interesse na regularização das terras a seu favor. Para tal, plantou ”laranjas”! Aliás, parece ter “plantado um laranjal no Congresso Nacional e nos meios de comunicação”. O que não é nenhuma novidade!

Durante a nossa marcha Campinas-São Paulo em agosto, um acidente provocou a morte da companheira Maria Cícera, uma senhora que estava acampada a 09 anos lutando para ter o seu pedaço de terra e morreu sem tê-la. Esta senhora estava acampada na região do grilo, mas nenhum dos ”ilustres” defensores das laranjas pediu a palavra para denunciar a situação. Nenhum dos ilustres, fez críticas para denunciar a inoperância do Estado, seja executivo, judiciário…, em arrecadar as terras que são da União para resolver o problema da Dona Cícera e das centenas de famílias que lutam por um pedaço de terra naquela região, e das milhares no País. Poucos no Congresso Nacional levantam a voz, pra não dizer outra coisa, para garantir que sejam aplicadas as leis da Constituição que fala da *FUNÇÃO SOCIAL DA TERRA: *

a) Produzir na terra;

b) Respeitar a legislação ambiental

c) Respeitar a legislação trabalhista.

Não preciso delongas para dizer que a Constituição de 88 não foi cumprida. E falam de Estado Democrático de Direito! Pra quem? Com certeza eles só vêem o artigo que defende a propriedade a qualquer custo. Este Estado Democrático de Direito para alguns poucos, é o Estado garantidor da propriedade, da concentração de terras e riquezas, de repressão e criminalização para para os Movimentos sociais e a maioria do povo.

Para aqueles que se sustentam na/da “pequena política”, com microfones disponíveis em rede nacional, e acreditam que a história terminou, de fato, encontram nestes episódios a matéria prima para o gozo pessoal e, com isso, só explicitam a sua pobreza subjetiva. E para eles, é certo, a história terminou. Mas para a grande maioria, que acredita que a história continua, que o melhor da história se quer começou, fazem da sua luta cotidiana espaço de debate e construção de uma sociedade mais justa. Acreditam ser possível dar função social a terra e a todos os recursos produzidos pala sociedade. Lutam para termos uma agricultura que produza alimentos saudáveis em benefício dos seres humanos sem devastação ambiental. Querem e, com certeza terão, um mundo que planeje, sob outros paradigmas que não o do lucro e da mercadoria, a utilização das terras e dos recursos naturais para que as futuras gerações possam, melhor que hoje, viver em harmonia com o meio ambiente e sem os graves problemas sociais.

A grande política exige grandes homens/mulheres, não os diminutos políticos (Não no sentido do porte físico) da atualidade; a grande política exige grandes projetos e uma subjetividade rica (não no sentido material) que permita planejar o futuro plantando as sementes aqui e agora . Por mais otimista que somos, é pouco provável visualizar que ”laranjas” possam fazer isso.

Aliás, é nas crises, é nos conflitos que se diferenciam homens de ratos, ou, laranjas de homens.

Gilmar Mauro- Direção Estadual MST/SP

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Paranaense segue os passos de mito da luta

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Com apenas 17 anos, Hussein Tarabain treina no respeitado centro de treinamento do Irã, ao lado do bicampeão olímpico e tri mundial Nadi Saei.

Publicado em 22/02/2009 | Teerã | Nazen Carneiro, especial para a Gazeta do Povo

O objetivo de Mohamed Tarabain quando mandou o filho Hussein, então com 7 anos, treinar tae kwon do era simples: achava que o garoto precisava praticar algum esporte, de preferência um que o ensinasse a se defender. Nem imaginava, uma década depois, ver o adolescente treinando no Irã ao lado de um dos maiores campeões da história da modalidade, com a meta de disputar os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

 

Aos 17 anos, Hussein Tarabain, paranaense de Foz do Iguaçu, já tem no currículo o vice-campeonato pan-americano sub-18 de 2007, conquistado em Daytona Beach, nos Estados Unidos. Dentro do Brasil, são três títulos nacionais e oito estaduais, desempenho inspirado no iraniano Hadi Saei, bicampeão olímpico e tri mundial.

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Hussein Tarabain, lutador de tae kwon do*

 

A celebração


 

“Pesquiso na internet, tenho fotos e vídeos das suas lutas e anoto seus principais pontos, defeitos e busco trabalhar isso em mim”, conta Hussein, que teve sua vida mudada pelo ídolo. Não com imagens de socos e chutes, mas com uma carta.

Pouco antes do Mundial Sub-18 do ano passado, na Turquia, o paranaense recebeu uma correspondência de Saei. Em poucas linhas, o iraniano lhe desejou sorte na competição e recomendou esforço e dedicação para obter um bom resultado. Foi o que bastou para Hussein tomar coragem de pedir uma vaga na Casa do Tae Kwon Do do Irã, um dos mais respeitados centros de treinamento da modalidade no mundo.

“Quando dei por mim, já estava aqui no Irã. Parece um sonho”, diz o paranaense, em Teerã desde janeiro, sob orientação de Saei, que deixou o dojô para assumir o cargo de coordenador técnico das seleções adulta e juvenil do país. “Além de melhorar minha técnica, é uma honra poder conversar e saber mais da experiência de uma lenda do esporte como ele.”

Mesmo sendo muçulmano – como 98% da população iraniana –, Hussein diz ter sentido diferenças culturais grandes entre a vida no Brasil e em seu novo país. Ainda assim, prefere valorizar a bagagem cultural acumulada no dia a dia. “Cada lugar que visito, pessoa que conheço me parece um pedaço de uma história muito grande”, conta, feliz pelo bônus da sua já proveitosa estada no Oriente Médio.

Graças à sua integração à equipe iraniana, conseguirá disputar dez competições neste ano na categoria adulto, inclusive o forte Aberto da França. Um calendário inviável caso ainda estivesse no Brasil.

“Vou criar uma base para, em 2010, estar em condições de conquistar a vaga para o Pan-Americano, o Mundial e depois, se Deus quiser, para a Olimpíada de Londres”, planeja, com uma ambição impensável quando ele deu os primeiros golpes na academia de Toríbio Silveira, amigo da família e seu treinador até hoje.

“Meu professor acreditava muito em mim, pegava no meu pé e me ajudou a acreditar que podia vencer mais”, relembra, iniciando uma retrospectiva da sua trajetória no dojô. “Desde pequeno fui muito tímido. Mas quando mexiam comigo, era agressivo. Precisava aprender a controlar isso, a não descarregar minha energia nas pessoas”, revela.

Hussein também não esquece das dificuldades das primeiras competições. No início, só contava com o apoio da família e a boa vontade da escola, que abonava algumas faltas. Patrocínio mesmo, só em 2002, quando uma loja passou a oferecer todo o equipamento para a prática do tae kwon do. “O material que uso é importado. Inclui proteção para braços, cabeça, tronco, joelho, canela, pés e calcanhares. Além disso, muitas competições são fora do país, o que aumenta os custos”, comenta.

Também é dessa época que traz o estafe que o acompanha até hoje – embora à distância durante seu estágio no Irã. O técnico Toríbio Silveira, o fisioterapeuta Omar Issa e o preparador físico Flávio Marquezi. Apoio fundamental para ele cumprir à risca o seu lema no tae kwon do: “Enquanto os outros descansam, eu treino.”

link GAZETA DO POVO
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/esportes/conteudo.phtml?tl=1&id=860475&tit=Paranaense-segue-os-passos-de-mito-da-luta

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